"Life feels like a midnight ride..." - SOAD

9 de julho de 2015

Em Junho chegaram...

Meus amigos, tenho andado com uma preguiça que nem vos conto!! Não sei se será do calor ou da lembrança de que, há alguns uns anos atrás, por esta altura, estaria a gozar as belas das férias escolares em vez de estar a trabalhar... Aaiii, quem me dera ter 16 anos outra vez!!
(E agora reparei... começo esta rubrica sempre a queixar-me de alguma coisa. Que refila, moça!)
Mas, passando ao que interessa, cá venho eu mostrar-vos os meus lindos, preciosos, fantásticos novos inquilinos! Yay!

Como já reparam pela imagem, o mês de Junho foi bastante produtivo (ou da desgraça, dependendo do ponto de vista). Foram tantos e tão bons, que pensei falar um pouco mais sobre eles, mas a preguiça apoderou-se de mim e fui deixando passar. Até fiz um vídeo por ser mais fácil, mas acabou por ficar grandote e tinha de fazer a sua edição e, quando dei por isso, a preguiça atacou outra vez! Enfim, siga pela maneira convencional e, quando os acabar de ler, poderei falar mais sobre cada um dando-lhes a devida atenção. Comecemos, então.


E começo com dois miminhos ganhos em passatempo. O primeiro, Amores Secretos, de Kate Morton, recebi-o através do blog Bloguinhas Paradise (visitem, é giríssimo!) e o segundo, Morto para te Ver, de Cátia Santiago, através do GLA, um grupo do Facebook ao qual pertenço e adoro! A autora foi super simpática pois, além de me ter enviado directamente o livro, também me escreveu umas palavras como dedicatória! :)


Estes dois amigos, encontrei-os sozinhos e abandonados numa prateleira da papelaria onde costumo ir. "Sr. Carlos, aqueles dois livrinhos que ali estão, posso dar uma vista de olhos?", rápida leitura da sinopse, encontro da etiqueta com o preço (4,99€!), "Olhe, levo os dois!". E basicamente foi isto.  O Quinto Mandamento, de Barry Eisler e Os Olhos de Alan Poe, de Louis Bayard. Ambos pertencem a uma colecção oferecida pela revista Sábado (adoro as promoções desta revista!) que saiu o ano passado. Na altura passou-me um bocadinho ao lado, não dei mesmo conta da sua existência, mas como a lançaram novamente, consegui redimir-me este ano. Yay!


A Note! tem andado ultimamente com umas promoções muito, muito boas. Em Junho surgiu uma de 40% de desconto em livros seleccionados e, alegria das alegrias, os títulos eram bastante apelativos. Trouxe, então, A Filha do Papa, de Luís Miguel Rocha, o qual já andava de olho há algum tempo, e O Segredo da Casa Riverton, de Kate Morton. Apenas conheci esta autora após ganhar o Amores Secretos e, apesar de ainda não o ter lido, pela sinopse e pelo que folheei, pareceu-me bastante interessante. Quando encontrei O Segredo da Casa Riverton na Note! aguçou-me logo a curiosidade e lá veio ele a reboque.
A única coisa que me chateia na Note! é a mania de colarem as etiquetas da promoção, que são enormes, mesmo em cima da capa. Se reparem no livro da Kate Morton na foto, perto da mão da senhora, está uma descoloração. Ora, nesse preciso local estava um desses autocolantes que, quando o descolei, trouxe parte do plastificado da capa atrás ficando aquela bela mancha como resultado. Amigos, fazer favor de começarem a colar todas as etiquetas na parte de trás dos livros, sim? Assim, o desastre é menor, boa? Ai, ai...



Estes dois amigos estão juntinhos na foto apenas porque têm as capas mais giras! São tão simples que acabam por se tornar perfeitas. O Bizarro Incidente do Tempo Roubado, de Rachel Joyce e O Passo Constante das Horas, de Justin Go, apesar de não terem nada a ver um com o outro em termos de história, vamos ficar com o mesmo sentimento: a busca incessante das respostas para os mistérios que nos sondam e que podem surgir a qualquer momento.


Dois autores portugueses que surgiram este ano, ou melhor, apenas os conheci agora, com duas histórias totalmente distintas e que, ambos à sua maneira, conseguiram captar a minha atenção.
O Dia em que o Sol se Apagou, de Nuno Gomes Garcia, foi vencedor do Prémio LEYA 2014 e, apesar de ser um livro de ficção, quer-me parecer que há ali muita ironia disfarçada, ou seja, quase conseguimos fazer uma ponte entre Portugal do livro e Portugal real e da actualidade. Como ainda não o li não posso confirmar, talvez até esteja a dizer uma grande baboseira. Logo veremos.
O Monstro de Monsanto, de Pedro Jardim, chamou-me à atenção desde o início. A história é bastante intrigante, a começar pelo simples motivo de ser sobre um serial-killer em Portugal. Ora, vão sendo descobertos na floresta de Monsanto, cadáveres de mulheres cobertas com um vestido azul e com um poema de Florbela Espanca ao lado e não se sabe quem o fez e porque o fez. A investigação adensa-se e eu quero saber se descobrem quem é o assassino ou não! (acho que não há motivo melhor para se ler um livro!)


E as minhas últimas aquisições foram O Assassino de Catarina Eufémia e A Porta Para a Liberdade, ambos de Pedro Prostes da Fonseca.
Para quem não sabe, gosto imenso de história, seja de que época e de que país for. No entanto, tenho um carinho especial pela história do meu país (óbvio!) e por aquelas personagens reais que, de alguma forma, lutaram por direitos e por um futuro melhor. Quando soube que O Assassino de Catarina Eufémia ia ser lançado fiquei logo atenta e fui pesquisando mais sobre o mesmo, até que encontrei uma promoção fantástica na WOOK! O livro, ainda em pré-lançamento, tinha um desconto de 10% e ainda oferecia o livro A Porta Para a Liberdade. Mais: com o desconto, a encomenda ficava em 14,22€ e, para quem não sabe, a WOOK oferece os portes acima dos 14€. *Êxtase* Como é que eu podia deixar passar uma oportunidade destas? Pois, não podia!
Apenas uma coisa me deixou... menos contente, vá. O tempo que demoraram a chegar. Foi a primeira vez que fiz uma encomenda na WOOK mas como sempre ouvi falar tão bem, nem pensei duas vezes. Fiz a encomenda no início do mês de Junho, por sorte o livro em pré-lançamento foi lançado logo no dia a seguir e estimei que, no máximo, chegaria dentro de uma semana. Nop. Chegou passadas duas semanas e uns trocos... Não morri por isso, os livros chegaram impecavelmente bem acondicionados mas, para primeira experiência, podia ter corrido melhor. Parece-me que vou ter que repetir a experiência para ver se me passa a neura. :p

E foi isto, meus amigos. 12 livros novos para a minha biblioteca e que espero, se não todos pelo menos a maioria, ler ainda este verão.

E vocês, como foi o vosso mês de Junho em relação a novas aquisições?

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