"Life feels like a midnight ride..." - SOAD

26 de outubro de 2015

Opinião - "A Estranha Vida de Nobody Owens", de Neil Gaiman


A Estranha Vida de Nobody Owens
de Neil Gaiman

Edição: 2010
Páginas: 304
ISBN: 9789722343596
Colecção: Estrela do Mar # 130
Categoria: Jovem Adulto, Ficção, Fantasia



Sinopse:
Nobody Owens podia ser um rapaz perfeitamente normal não fosse o facto de viver num cemitério e ter como família adoptiva uma série de fantasmas, almas penadas e outras entidades semelhantes que o educam e cuidam dele. Owens não se pode gabar de nunca se ter metido em sarilhos, mas é para além das grades do cemitério que residem os verdadeiros perigos, pois é aí que vive Jack - o homem que nunca desistiu de procurar Owens desde aquela sinistra noite em que matou toda a sua família… Suspense, humor e magia num livro encantador destinado a tornar-se uma obra de culto da ficção juvenil.


Embirrei com este livro quase desde o início e sinceramente não sei porquê. Dentro do género até tem uma boa classificação e o autor é bastante reconhecido, no entanto, não funcionou comigo.
A sinopse é interessante e o início do livro promete uma história bem mais sinistra do que acaba por ser. Talvez tenha sido esse o problema, o ter ficado na expectativa de algo a rondar o sombrio e ter acabado por ler algo bastante infantil e, muitas vezes, a cair no "Isto não faz qualquer sentido!", mesmo sendo um livro na categoria de fantasia juvenil.
Por várias vezes estive tentada a largá-lo, mas lá me fui obrigando a ler mais um capítulo na esperança que surgisse algo que me fizesse mudar de opinião. Não aconteceu e terminei o livro (odeio deixar livros a meio!) com a sensação de "poderia ter sido". Enfim...

Em relação à história, a mesma começa com uma família a ser assassinada por um homem sombra (I know, right?) sendo que o único sobrevivente é um bebé que, sem ter noção do que se passava, simplesmente foge para a rua e se dirige para o cemitério perto de sua casa. O assassino impiedoso, ao aperceber-se que o bebé desaparecera e tendo como objectivo terminar o trabalho, parte em sua busca. Não contava, no entanto, encontrar os habitantes do cemitério (sim, existem fantasmas) que escondem a criança, conseguindo enganá-lo - pelo menos, por enquanto. Ao saber do sucedido, os habitantes do cemitério acabam por adoptar o pobre bebé a quem chamam Nobody Owens. Após isto, iremos ver Nobody a crescer, a questionar-se, a conhecer coisas novas e a meter-se em alhadas, muitas alhadas.

Muito resumidamente, o início é bom, o meio é, muitas vezes, irrelevante e chato e o final até começa por ser engraçado mas termina terrivelmente mal.

Não podemos gostar de tudo e, com isto, lá se foi a minha leitura leve...

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